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O cliente vê, a mensagem fixa.

Ao usar a inovação para buscar o consumidor onde ele estiver, a mídia OOH (Out-Of-Home), também conhecida como mídia exterior, tem crescido e ganhado audiência. Entenda como ela funciona. 

No início, a mídia de baixa mobilidade

Quando as chamadas mídias de massa surgiram, elas eram o que podemos chamar de “caseiras”. Pense nos jornais e nas revistas, depois no rádio e na TV de antigamente: o normal era que as pessoas os consumissem dentro de casa, ou de algum outro ambiente fechado. A mobilidade era bem baixa: no máximo, só os jornais e as revistas eram levados para passear por aí.

Com o tempo, as coisas foram mudando. Por vários motivos — como meios de transporte mais acessíveis e a ascensão das mulheres no mercado de trabalho –, as pessoas começaram a sair de casa com maior frequência e a circular mais pelas cidades. A publicidade acompanhou esse movimento: cartazes, painéis e outdoors passaram a fazer parte da paisagem urbana.

Em busca dos consumidores, onde eles estiverem

Para os anunciantes, era preciso estar onde os consumidores estavam. De certa forma, este pensamento já era o embrião do que hoje conhecemos como Out of Home (“fora de casa”), cujo acrônimo é OOH. Ou seja, a mídia que atinge as pessoas em qualquer lugar que não seja aquele onde elas moram.

Hoje, ela é considerada a última das mídias de massa, e engloba de tudo: outdoors, cartazes, adesivos de ônibus, painéis de ponto de ônibus, aeroportos e de estações de metrô, quiosques de shopping e qualquer tipo de formato que pretenda atingir os consumidores fora de casa.

A partir da era digital, surgem os formatos de DOOH, ou Digital Out of Home, mais interativos, chamativos e que usam vídeos e movimento para capturar a atenção do consumidor, como telas em elevadores, displays e painéis em locais diversos, outdoors digitais etc.

Assim, se pudermos resumir, a mídia Out of Home é:

  1. Qualquer coisa: de outdoors a painéis digitais, de mídia em ônibus a tótens em quiosques;
  2. Em qualquer lugar: de rodovias a ruas, de aeroportos a shopping centers;
  3. A qualquer hora: 24 horas por dia, sete dias por semana, com conteúdo dinâmico e sempre com o objetivo de chamar a atenção.
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