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O cliente vê, a mensagem fixa.

Horário de pico tem ao menos 11 trechos com engarrafamento e filas em Florianópolis.

Entrada na Ilha e principais rodovias que passam pela cidade, SCs 401, 404 e 405, são os trechos considerados mais problemáticos para circular na capital catarinense

Por Ângela Prestes

Sexta-feira é um dos piores dias da semana para se locomover na Grande Florianópolis.
A partir das 7h30min o fluxo de veículos já é intenso, o que se repete próximo do meio-dia e no final da tarde. Quando ocorre um acidente ou quando é necessária alguma intervenção na via, como a obra na SC 401, por exemplo, a situação se agrava.

As três principais rodovias estaduais que passam por Florianópolis são alguns dos trechos de maior fluxo de veículos. Na SC-401, por onde passam mais de 50 mil veículos por dia, o movimento é mais intenso no período da manhã (7h às 9h) e da noite (18h30 às 20h). Na SC-405, rodovia que liga os bairros Rio Tavares e Campeche, são 47,1 mil veículos por dia. O novo trecho construído para o acesso ao Aeroporto Hercílio Luz permitiu mais fluidez, no entanto, ainda há necessidade de fazer reversão de pista no final de tarde, entre às 16h e 18h. Já na SC- 404, que liga o Itacorubi e a Lagoa da Conceição, circulam cerca de 35 mil veículos por dia. Ela é prejudicada pela estrutura da pista, que alterna entre simples e duplicada.

Segundo o Tenente Eduardo Nunes, da Polícia Militar Rodoviária, independentemente dos acidentes, a razão principal da lentidão é a quantidade de carros:

— O acidente acaba sendo apenas um complicador a mais, mas independentemente disso a mobilidade é comprometida com o volume diário de veículos.

Não é muito diferente nas rodovias e ruas municipais. A região do centro de Florianópolis é bastante prejudicada. Assim como os bairros ao redor da UFSC e alguns locais do Norte da Ilha, como Ingleses. Segundo o subcomandante da Guarda Municipal de Florianópolis, Ricardo Pastrana, o comando manual dos semáforos feito pelos agentes ajuda a desafogar o trânsito em uma das vias de maior movimento da cidade, a Beira-Mar Norte.

— Com a operação Onda Azul os congestionamentos diminuíram muito tendo uma fluidez muito boa após a implantação. Para a Lagoa temos congestionamentos já na Avenida da Saudade. O morro antes de chegar ao Monte verde, na SC 401, acaba gerando fila e causando um impacto negativo na Avenida da Saudade e, consequentemente, também na Beira-Mar Norte – explica.

Fonte: NSC

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